terça-feira, 12 de agosto de 2014

Como se compra Areia?


A areia é comprada em volume, medido em metros cúbicos em pequenas obras, ou em número de caminhões de entrega para obras maiores. A compra em caminhão traz um problema: Como saberemos se a areia veio compacta (o caminhão pesando bem) ou se ela esta solta, representando o caminhão cheio e dando uma falsa impressão? 

A questão é que no porto de areia o caminhão é cheio e, durante o transporte, devido ao movimento e trepidação, a areia se adensa e perde água diminuindo o volume físico. Esta situação costuma ser disfarçada pelo entregador que, para impressionar o freguês, pouco antes da entrega revolve a areia com a pá “aumentando” o seu volume. Assim, quando o caminhão chega na obra com 90% do seu volume ocupado devemos creditar essa diferença à compactação ou será que o caminhão realmente foi carregado com apenas parte de sua capacidade? 

Nesta situação, como chegar a um acordo entre compradores e vendedores? Pode-se exigir que a medida do volume de areia seja feita na obra. Chegando o caminhão na obra, o volume da areia é medido e paga-se apenas o volume medido. Nestes casos, a firma vendedora da areia costuma cobrar algo como 10% a mais no preço unitário normal, para atender à condição de “pagamento pelo volume posto obra”. 

Como medir um caminhão de Areia?


Quando se compra a areia com a condição de pagar somente o que for efetivamente entregue, é preciso fazer a medição do caminhão em obra. A medição é feita enfiando-se um ferro de construção no monte de areia, antes dela ser descarregada. Deve-se também medir as dimensões internas da caçamba (comprimento e largura). 

As medidas com o ferro de construção devem ser feitas em cinco pontos estratégicos, a saber: no centro do monte (parte mais alta) e em cada um dos cantos (vide figura abaixo). 



O volume será a média das alturas, multiplicado pela largura e pelo comprimento da caçamba. Como demonstrado abaixo:






Fonte: Fórum da Construção

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Novas regras para reforma exige contratação de profissional


A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) elaborou a norma técnica NBR 16.280:2014 para ordenar a gestão de reformas nas construções. A norma tem validade em todo o território nacional e abrange todos os tipos de casas e edifícios - novos, antigos, comerciais, públicos, residenciais e institucionais. De acordo com as novas regras que entraram em vigor no dia 18 de abril de 2014, quem quiser reformar um imóvel deve providenciar um plano de reforma, elaborado por um profissional habilitado (arquiteto ou engenheiro). Esse documento deve atender às legislações vigentes e ser acompanhado de um estudo que garanta a segurança da edificação e dos moradores durante e após a reforma, bem como conter um planejamento do descarte de resíduos.


Caráter orientativo – A nova norma não tem força de lei e nem prevê multas. No entanto, no caso de uma ação judicial, seu descumprimento pode ser considerado um agravante. A obediência à norma também pode ser exigida pelo poder público como requisito para obtenção de licenças de obra, habite-se e alvarás de funcionamento, se houver previsão legal.


Foco nos condomínios – Embora também se aplique a reformas de casas, o foco da nova norma está nos condomínios. O morador que quiser reformar deverá enviar ao síndico o plano de reforma, elaborado por um engenheiro ou arquiteto que será o responsável técnico pela obra. No documento deve conter o planejamento do que será feito, detalhando os dados da empresa ou do profissional autônomo contratado e a duração da obra. No caso das reformas de casas, o plano de reforma deve ser mantido com o morador e apresentado somente quando solicitado, por exemplo, pela seção de fiscalização da prefeitura de sua cidade.


Laudo técnico Qualquer modificação na reforma, requerida pelo morador, que possa comprometer a segurança da edificação ou do seu entorno, deverá ser submetida à análise do engenheiro ou arquiteto responsável pela obra.



Poder de veto – Síndicos e administradores, com base em um parecer de um especialista, podem autorizar, autorizar com ressalvas ou proibir a reforma, caso entendam que ela irá colocar em risco a edificação. Além disso, se durante a execução for constatada alteração no plano de reforma, o síndico e administradora podem interromper a obra imediatamente e exigir novos documentos e laudos. "Se o morador mudar de ideia no meio do caminho, deve reeditar o escopo de trabalho e submeter ao síndico novamente", explica o coordenador da Comissão de Estudo que elaborou a norma no Comitê Brasileiro de Construção Civil da ABNT, Ricardo Pina.


Pequenos reparos – Entenda-se por reforma as obras que contém quebra-quebra. Os pequenos reparos, serviços considerados de manutenção como pintura de paredes, não se encaixariam às novas regras.



Reformar vai ficar mais caro? – Para o engenheiro e conselheiro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape-SP), Flávio Figueiredo, as reformas podem aparentemente ficar mais caras, mas é preciso considerar que uma reforma realizada por um profissional especializado tem melhor qualidade e leva à redução de desperdício, de retrabalhos, de riscos e de tempo. "A comparação de preços deve levar em conta todos esses aspectos", defende Figueiredo.


Estrutura – Segundo a nova norma, qualquer intervenção nos elementos estruturais da construção deve ser realizada por empresa especializada, com um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto) devidamente identificado. Exemplos de serviços que se encaixam nessa categoria: a alteração da função ou do uso da edificação (como transformar a residência em um comércio), a remoção ou acréscimo de paredes, a modificação da área construída (por exemplo, construir um novo cômodo na casa).


Reformando instalações – Em reformas que preveem alterações ou adequações no sistema elétrico e/ou hidráulico por conta da instalação de novos equipamentos com demanda diferente daquela projetada originalmente, esse serviço deverá ser realizado por uma empresa especializada.


Troca de revestimentos – Caso a mudança de revestimentos exija o uso de marteletes (máquinas perfuradoras) ou ferramentas de alto impacto para retirada do acabamento anterior, uma empresa especializada deve ser contratada. Nos demais casos, basta empregar mão de obra capacitada.




Fonte: www.uol.com.br

terça-feira, 8 de abril de 2014

Minas é o segundo colocado do país em vendas de material de construção - Notícias - LUGARCERTO


Os clientes "formiguinhas" são os grandes responsáveis pelo desempenho

Faturamento recorde e expectativa de fechar 2014 com expansão de 7,2%. Esse é o atual momento vivido pelo comércio de material de construção civil, atualmente responsável por cerca de 50% das vendas de tudo que sai da indústria. 
Os chamados consumidores “formiguinha” são os grandes responsáveis pela receita do setor em 2013, de quase R$ 57,5 bilhões, crescimento de 4,4% em relação ao apurado em 2012. Minas Gerais tem grande parcela de participação nesse resultado. “O estado é muito forte no comércio, sendo o segundo do Brasil em vendas no varejo. No total, contamos com 16 mil lojas, sendo 7 mil apenas em BH”, afirma Rui Fidelis de Campos Júnior, presidente da Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Minas Gerais (Acomac-MG).


A chegada da Copa do Mundo e os preparativos para receber os turistas devem funcionar como importante combustível para o setor. “Muitas obras estão sendo realizadas no comércio, pousadas, pensões e restaurantes pensando no evento. Isso vai nos dar um fôlego”, reconhece Rui Fidelis. Sem contar as pequenas obras e reformas residenciais, que não têm sazonalidade e agitam esse mercado durante todo o ano. Na Bel Lar, loja especializada em acabamentos, o consumido final representa 90% dos negócios e o restante é destinado a atender a demanda de urgência das construtoras.

 (Tabela/EM)


“Quanto mais edificações e lançamentos, mais reflexo sentimos dessa cadeia porque cada vez mais o cliente quer personalizar a casa”, afirma Daniel Miranda, diretor comercial da Bel Lar. Para atender o crescimento médio de 22% ao ano desde 2008, a empresa espera inaugurar em breve uma loja com mais de mil metros quadrados na Avenida Nossa Senhora do Carmo. “Com esse investimento, esperamos fechar o ano com alta de 40% a 50% no faturamento. Só de vendedores vamos pular de 23 para 40”, planeja Daniel.

O Grupo Loja Elétrica, que inclui ainda a Templuz, também está finalizando um grande investimento na construção do centro de distribuição no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, que deve contar mais de 20 mil metros quadrados de área. “Em termos logísticos, vamos ficar mais bem preparados para o suprimento das lojas. Consequentemente, teremos uma redução de custo e ganho de produtividade”, afirma Wagner Mattos, diretor administrativo-financeiro do grupo, que atualmente conta com nove lojas físicas na capital.

DIVERSIDADE 

Empenhados em aumentar o fluxo de clientes na loja com a oferta de produtos de utilidade diária, a CNR investe em logística e diversificação do showroom. Antes especializada em acabamentos e louças, a empresa quer oferecer materiais e equipamentos para todas as etapas da obra. “Estamos ampliando o mix para que, em vez de a pessoa vir hoje e voltar daqui a cinco anos, venha com frequência à loja para buscar produtos do dia a dia”, afirma o diretor comercial, Cristiano Lana Vasconcelos. As opções incluem desde tintas até ferramentas e itens para churrasqueira. “Com uma comercialização adequada e agilidade na entrega, miramos crescimento de 12% este ano”, prevê Cristiano.

 (Tabela/EM)
A preocupação em oferecer cada vez mais opções para o cliente também é compartilhada pela Santa Cruz Acabamentos. “Não tínhamos iluminação no nosso mix e colocamos há pouco mais de um ano. Também estamos buscando fortalecer a oferta de esquadrias, que são as portas e janelas”, afirma Ronaldo Garcia, diretor-geral da loja. Nos últimos três anos, a única loja da Santa Cruz praticamente dobrou de tamanho e tem atualmente um salão de vendas com 3,5 mil metros quadrados.

Quem também não para de crescer é a Othon de Carvalho, especializada em materiais elétricos, com uma unidade localizada no Barro Preto, no Centro de BH. “Atualmente, temos 10 mil metros quadrados e estamos estudando nova ampliação, com possibilidade de começar ainda este ano. A intenção é expandir cada vez mais o autosserviço, aumentando a área de gôndolas”, planeja Rodrigo de Carvalho, gerente de marketing da empresa.

Fonte: http://estadodeminas.lugarcerto.com.br

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Areia Lavada x Saibro e seus tipos

Ao longo desses 2 anos de atuação do site do Pesadão Materiais na venda de areia, brita, pedra de mão, pó de pedra e escória leve na região de Belo Horizonte, diversos clientes chegaram até a nossa empresa com muitas dúvidas sobre os tipos de areia.

Neste post tentaremos explicar a diferença da areia lavada de rio para a areia de saibro com o intuito de ajudar as pessoas que estão ou pretendem começar uma obra.

No caso do reboco, a areia usada influencia na resistência e no aspecto final do trabalho. É preciso tomar muito cuidado com as areias saibrosas, que provocam fissuras do tipo mapas com posterior desagregação da massa (trincas). Apesar de maior qualidade, as areias lavadas também necessitam de algum material (aglomerante) que lhes dê suficiente liga a fim de que possam ser utilizadas sem nenhum inconveniente.

Na natureza, a areia pode ser encontrada em portos de areia dos rios (areia lavada) -- que são as melhores -- ou em minas, quando passa a ser chamada de “areia de cava” ou “de barranco”. Estas são as mais baratas, mas podem conter impurezas necessitando de lavagem para que possam ser usadas em obras de maior responsabilidade.

Apesar do preço baixo, o barato às vezes pode custar caro diante de trincas, rachaduras, queda de reboco e outros danos que as areias de baixa qualidade têm gerado nas obras de BH e região. Antes utilizadas por construtoras de baixo padrão pouco focadas em garantir uma construção de qualidade, a areia de saibro passou a ser comercializada também para o “consumidor comum” pelos depósitos de material de construção e por caminhoneiros particulares.


Algumas informações sobre as areias
Quanto ao tipo, as areias são divididas em grossa, média e fina:

• Areia grossa - grãos com diâmetro entre 2 a 4 mm
• Areia média - grãos com diâmetro entre 0,42 a 2 mm
• Areia fina - grãos com diâmetros entre 0,05 a 0,42 mm

A areia é um elemento fundamental em qualquer construção. É usada em várias partes, desde as fundações até as coberturas passando pela estrutura, vedações e acabamentos. Para cada finalidade deve ser escolhido um tipo, variando a granulometria e a pureza do material. Veja algumas dicas para escolher e comprar: 

1 - O concreto pode usar areia grossa, média ou fina. Entretanto, areias finas podem conter um teor excessivo de material intruso pulverizado (outros compostos) o que pode causar sérios danos à qualidade do concreto.

2 - A cor das areias pode ser branca, avermelhada ou amarelada. O fato, em si, não é importante e diz respeito apenas ao tipo da rocha mãe. É preciso apenas observar se a cor não está vindo de impurezas como, por exemplo, excesso de solo (terra) que veio misturado à areia por esta ser de procedência duvidosa.

3 - Areia contendo impurezas deve ser utilizada apenas em funções de baixa responsabilidade (lastros, enchimentos) e, se possível, devem ser recusadas na obra. 

4 - Para fazer argamassas finas peneira-se a areia média ou fina, retirando-se assim os grãos maiores. O peneiramento pode ser manual ou com máquinas. Para argamassa de assentamento de tijolos usa-se areia grossa ou média. Para chapisco usa-se areia fina ou média.


Assim sendo, o Pesadão Materiais reforça a ideia do uso de materiais de qualidade nas obras para que se evite trincas, fissuras, desgastes, reformas e intervenções posteriores devido ao uso de materiais básicos de procedência duvidosa. Fique atento consumidor e exija materiais sempre de qualidade.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Brita Gnaisse x Brita Calcária

A pedra brita é um agregado originado da britagem ou diminuição de tamanho de uma rocha maior, que
pode ser do tipo basalto, granito, gnaisse, entre outras. O processo de britagem dá origem a diferentes
tamanhos de pedra que são utilizadas nas mais diversas aplicações. De acordo com a dimensão que a
pedra adquire após a britagem, recebe nomes diferentes. Bauer (2008) apresenta a definição dos principais
produtos do processo de britagem:

  • Brita: agregado obtido a partir de rochas compactas que ocorreram em jazidas, pelo processo industrial de fragmentação da rocha maciça.
  • Rachão: agregado constituído do material que passa no britador primário e é retido na peneira de 76mm. É a fração acima de 76mm da bica-corrida primária. O rachão também é conhecido como “pedra de mão” e geralmente tem dimensões entre 76 e 250mm.


  • Bica-corrida: material britado no estado em que se encontra à saída do britador. Chama-se primária quando deixa o britador primário (graduação na faixa de 0 a 300 mm) e secundária, quando deixa o britador secundário (graduação na faixa de 0 a 76 mm).
  • Pedra Britada: produto da diminuição artificial de uma rocha, geralmente com o uso de britadores, resultando em uma série de tamanhos de grãos que variam de 2,4 a 64mm. Esta faixa de tamanhos é subdividida em cinco graduações, denominadas, em ordem crescente, conforme os diâmetros médios: pedrisco, brita 1, brita 2, brita 3 e brita 4.
  • Pó de pedra: Material mais fino que o pedrisco, sendo que sua graduação varia de 0/4,8mm. Tem maior porcentagem de finos que as areias padronizadas, chegando a 28% de material abaixo de 0,075, contra os 15% da areia para concreto.


Brita Gnaisse

A gnaisse é uma rocha metamórfica composta principalmente de quartzo e feldspato. Derivam de rochas graníticas e possuem granulometria média a grossa. São rochas de elevada resistência e apropriadas para a maioria dos propósitos da engenharia. A figura B.11 mostra um exemplo de gnaisse.



Brita Calcária

São rochas sedimentares carbonáticas compostas por mais de 50% de materiais carbonáticos (calcita ou dolomita). A principal aplicação na construção civil é como matéria-prima para a indústria cimenteira, de cal, vidreira, siderúrgica e como corretor de solos. Alguns dolomitos podem ser utilizados como brita e
agregado para concreto por serem mais duros que os calcáreos. A figura B.7 apresenta um exemplo de rocha calcária.



Fonte: Apostila de Materiais de Construção Básicos. HAGEMANN, (2011).

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Escória Leve para enchimento de pisos e lajes

Muitos clientes têm nos procurado com várias dúvidas a respeito da Escória Leve comercializada na região metropolitana de Belo Horizonte. As perguntas são variadas e vão desde a origem do produto até a exata quantidade a ser comprada para evitar desperdício e a aplicação do produto na obra. Não raramente os clientes perguntam sobre os benefícios de se usar a Escória para enchimento de lajes, pisos e paredes.
A ideia deste post é apresentar as perguntas das pessoas que ainda têm dúvidas sobre a Escória Leve e sua aplicação na construção civil.

O que é?
A escória leve também é chamada de escória de aciaria ou simplesmente escória.


Origem
A escória utilizada em Belo Horizonte e regiões vizinhas é fabricada em usinas siderúrgicas de Sete Lagoas, Itaúna e Divinópolis. O processo de fundição do minério em alta temperatura para obtenção do ferro gusa resulta numa espécie de espuma que depois de resfriada, dá origem à escória. Neste processo é comum a fabricação da escória pesada de coloração mais escura e da escória leve de cor mais clara.

Aplicação
Inicialmente a escória leve era tratada como um rejeito da siderurgia e formava grande estoque nessas indústrias. A partir desse momento, descobriu-se a utilidade do produto na construção civil em enchimentos de lajes e pisos devido ao seu baixo peso em relação a outros produtos como a areia, a terra e o pedregulho. Além da sua característica de ser leve para o preenchimento, a escória também executa o papel de isolante acústico entre os pisos de uma casa ou prédio e entre cômodos de uma casa, se aplicada em paredes.
Nos pisos e lajes, a escória é despejada diretamente no solo de acordo com o volume desejado. Depois, ela deve ser levemente compactada (socada) para garantir firmeza ao material. Dessa forma, o contra piso pode ser feito diretamente sobre a escória já compactada. Pela nossa experiência comercial, alguns clientes e construtores afirmam ter bons resultados ao misturar a escória diretamente no concreto (massa) que formará o piso.

Quantidade ideal
Depois de saber como usar a escória, outra grande dúvida surge em medir a quantidade de escória a ser comprada. O principal no cálculo da quantidade a ser usada é a medida da área onde a escória será colocada. Tendo as medidas de largura, comprimento e altura, as contas ficam fáceis e você pode definir rapidamente a quantidade exata de material necessário. A área geralmente é a parte mais fácil de medir. O mais complicado fica por conta da definição de qual altura de escória colocar no enchimento. Novamente, aqui vai uma dica vinda da experiência cotidiana com construtores e clientes. A prática e a rotina têm nos ensinado que a altura pode variar de 10 a 20 centímetros. Digamos que 90% dos clientes nos procuram buscando comprar escória para preencher esta altura. Porém, cada caso é único e já observamos alturas de 5, 8, 25 e até 30 centímetros. Talvez um pedreiro responda melhor a respeito da altura.

Essa figura ajuda na explicação do cálculo do volume. Com a medida da área (a x b), basta multiplica-la pela altura (c) que chegamos ao volume de escória leve necessária. Convém, no entanto, multiplicar o resultado novamente por 1,2 devido ao efeito de compactação e redução do volume ao socar o material. Assim sendo, o cálculo fica assim:

Qtde = a x b x c x 1.2, ou
Quantidade de escória que preciso = comprimento x largura x altura x diferença com compactação.

Assim você está pronto para fazer uma compra certa para sua obra!
Escória para laje em bh; escória em bh; escória para enchimento bh.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Caixa Construcard

O CONSTRUCARD é o financiamento que a CAIXA oferece para você adquirir materiais de construção para reformar ou ampliar a sua casa. Com ele, você tem até 6 meses para fazer as compras e, neste período, paga somente os juros dos valores utilizados.
Após o período destinado para as compras, você tem até 96 meses para pagar as prestações do financiamento com a facilidade do débito na sua conta corrente e com taxas de juros reduzidas.

O que é?

A Caixa Econômica Federal criou o programa Construcard para ajudar e facilitar a reforma ou ampliação do seu lar. Proporcionando mais conforto para sua família e tranquilidade com o seu orçamento.
Se sua casa está precisando de uma boa reforma, mas a compra do material de construção (inclusive areia, brita, pedra, escória) está fora do seu orçamento ou se sua família vai crescer e está na hora de ampliar o seu lar, procure a Caixa e participe do Programa Construcard.

Passo a passo para comprar com o cartão Construcard

Na hora da contratação não há mistérios são apenas 3 passos simples:
  • ·     Reunir e levar até a Caixa a documentação necessária.
  • ·     Assinar a documentação após a análise dos seus documentos.
  • ·     Receber seu crédito através de um cartão de débito personalizado da Construcard.

Cartão em mãos, você tem até 6 meses para comprar os materiais de construção de sua preferência. Nesse período você só paga os juros do financiamento. Após esse período inicial de 6 meses, irá iniciar a fase de quitação do seu crédito, que pode ser feita entre 1 e 94 meses.
Existem diversas casas do ramo de construção afiliadas ao Programa Construcard. No site da Caixa você pode ver uma lista de todas as participantes.

Como utilizar o simulador CAIXA

Caso você tenha dúvidas sobre a utilização do Simulador Caixa Construcard observe as orientações abaixo e saiba como preencher o formulário:
Simulador Caixa – Etapa 1
1 – Acesse o Simulador CAIXA, clique em: Simulador Caixa Construcard
2 – Marque se o Financiamento Construcard será para pessoa FÍSICA ou JURÍDICA
3 – Escolha a opção RESIDENCIAL
4 – Selecione a opção MATERIAL DE CONSTRUÇÃO
5 – Selecione o ESTADO e a CIDADE onde o imóvel a ser reformado está localizado
6 – Digite o valor aproximado do imóvel que ser reformado
7 – Digite o valor aproximado do total que será necessário para reformar o imóvel
8 – Informe a renda total da família (somente dos membros que auferem alguma renda e que residam na mesma casa)
9 – Informe a data de nascimento do participante (membro da família assalariado) de mais idade
10 – Na parte final do Simulador Caixa marque as opções conforme indicado e clique em “AVANÇAR”.
Simulador Caixa – Etapa 2:
Após preencher o Simulador Caixa Construcard com as informações necessárias serão apresentadas duas opções de contratação, sendo para quem possui ou pretende abrir uma conta na Caixa Econômica Federal (CEF) ou se prefere contratar o financiamento sem ter relacionamento com o banco. Para cada caso existe diferença no prazo e juros do financiamento, no simulador CAIXA você poderá consultar mais informações. O mais indicado é que você procure uma agência da CEF para informações.

Voltando ao Simulador Caixa: escolha uma das opções de financiamento Construcard e observe as condições, prazos, valore das prestações e demais informações. Observe que você poderá alterar o prazo e o valor de entrada.